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Petrobrás/Petros

Convênio foi suspenso porque Petrobrás não presta contas

Informação foi obtida pela FUP, em reunião com staff da Previdência, realizada nesta terça-feira, 26

27 de fevereiro de 2013 às 14:28

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Foto: FUP

O Coordenador Geral do SINDIPETRO-RN, José Araújo, e o diretor de Política Sindical e Relações Institucionais, Divanilton Pereira, estiveram em reunião, em Brasília, juntamente com membros da FUP, para cobrar o restabelecimento do convênio do INSS com a Petrobrás/Petros, que foi recentemente suspenso pelo Instituto. O encontro aconteceu na última terça-feira, e contou com a participação de todo o staff da Previdência Social, incluindo o ministro Garibaldi Alves Filho e o presidente do INSS, Lindolfo Sales.

Os representantes sindicais tornaram a ressaltar a importância da manutenção do convênio e destacaram os impactos negativos que a suspensão causou, principalmente, para os aposentados e pensionistas. Além do ministro e do presidente do INSS, participaram da reunião o secretário executivo do Ministério da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, a secretária adjunta do órgão, Elisete da Silva, o diretor de benefícios do INSS, Benedito Adalberto Brunca, e o procurador geral do INSS, Alessandro Stefanutto.

Prestação de contas – Durante a reunião, os representantes do Governo foram unânimes ao informar que não há problema algum para a Previdência Social manter o convênio, desde que a Petrobrás preste as devidas contas ao INSS. Segundo eles, a Empresa se comprometeu por diversas vezes a atender às solicitações do Instituto, o que não ocorreu, levando à suspensão do convênio.

O INSS quer saber e está cobrando: quanto a Petrobrás recebeu do INSS; quanto ela repassou para o segurado (aposentado, pensionista, afastado no auxilio doença); e porque o valor repassado ao segurado foi menor que o valor que o INSS depositou para a Petrobras, ou seja, quanto a Petrobras descontou na parcela do INSS (AMS, empréstimos da Petros, mensalidade de Sindicatos, Clubes e Associações) e o motivo.

Ainda em outubro do ano passado, desde que tiveram conhecimento da possibilidade de suspensão do convênio, FUP e Sindicatos filiados tomaram a iniciativa de cobrar da Petrobrás o atendimento das exigências do INSS. Nesta quarta-feira, 27, diante da permanência do impasse, a Federação enviou ofícios à Gerência de RH da Petrobrás e à Petros, e está agindo no intuito de pressionar para que a Empresa arque com todas as responsabilidades para que não haja qualquer tipo de prejuízo aos aposentados, pensionistas e participantes, enquanto a situação do convênio não for resolvida.

Esta foi a segunda reunião da FUP com executivos da Previdência Social. A primeira foi no dia 27 de novembro, quando o secretário executivo do Ministério da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, já havia deixado claro que o convênio poderia ser mantido, mas que a Petrobrás precisaria prestar contas ao INSS.

 

(Títulos da Redação, com informações da FUP)

 

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