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ACIDENTE

Insegurança no trabalho faz mais três vítimas em plataforma da Petrobrás

Sindipetro-RN lamenta o falecimento de jovem petroleiro e cobra mais segurança na Petrobrás

22 de dezembro de 2011 às 22:43

Mais uma vez, o Sindipetro-RN faz o difícil papel de comunicar um acidente grave com companheiros petroleiros. Recebemos com profundo pesar a notícia sobre o desastre ocorrido, dia 26 de dezembro, na Plataforma Ubarana 3 (PUB-3) da Petrobrás (região de Guamaré), que vitimou fatalmente o técnico de segurança Aldo Dias, e deixou o mecânico Francisco Wilson Vieira e o técnico de operação Pedro Leopoldo da Silveira Neto feridos.

O acidente ocorreu durante o embarque na plataforma, quando, segundo informações, o guindaste de transbordo, após manobra brusca, teria se chocado com os alojamentos e balançado o cesto, com isso, alguns funcionários que estavam dentro do equipamento caíram de uma altura aproximada de seis metros. O mecânico Francisco Wilson conseguiu segurar em um corrimão e sofreu apenas escoriações leves, o técnico de Operação Pedro Leopoldo fraturou o fêmur e o tornozelo. Os feridos foram atendidos na enfermaria da PUB-3 e depois transferidos para mais atendimentos na PUB-2. Após os primeiros procedimentos, os dois feridos desembarcaram para acompanhamento em Natal. Aldo Dias, que não resistiu aos ferimentos, morreu por volta das 20h40 ainda na plataforma.

Muitas dúvidas ainda pairam sobre este e tantos outros casos de insegurança no trabalho, ocorridos nas dependências da Petrobrás. É difícil acreditar que uma empresa deste porte ainda tenha que usar tecnologias tão frágeis como esta que acidentou mais três trabalhadores. Também é complicado imaginar que faltem helicópteros e atendimento adequado para os trabalhadores acidentados.

É com pesar e profunda consternação que o Sindipetro-RN lamenta o falecimento do jovem petroleiro Aldo Dias, de 49 anos, após o acidente na tarde deste dia 26.

Um trabalhador que, com certeza, fará falta ao convívio de colegas do trabalho e seus entes queridos. Esperemos que esta grande perda sirva de lição, para que as empresas como a Petrobrás, valorizem quem as constrói e invista na proteção de suas vidas.

A todos seus familiares o nosso profundo pesar!

 

Assembleia realizada as 5h45 do dia 27/12, na sede da Pedtrobrás em Natal, por ocasião do embarque dos travbalhadores do Polo de GMR e das Plataformas

Comentários

Morte em plataforma .

Sinto muito por familiares e amigos de d O Aldo Que mais uma vez ver sair de uma plataforma um trabalhador com seus sonhos terminados por mais um acidente.Onde agora perguntamos.porque aldo não foi transferido junto com Leopoldo ?porque o acidente ocorreu as 16:30 e Leopoldo chegou a Natal as21:30?temos que colocar a gestão de SMS da empresa sob suspeita de mais esse acidente porque esse elicoptero não levou o aldo também ? E se acontece um acidente com mais vitimas? Só um vai conseguir chegar em terra?

Acidente do Trabalho.

O Técnico de Segurança do Trabalho fez seu juramento, após receber o seu diploma: para cuidar das pessoas, resguardar no possível as nossas vidas, guardar e fazer cumprir as leis do trabalho e do país, guardar no possível as Normas da Petrobras, suas Diretrizes e suas instalações do seu local de trabalho e se possível de todo o planeta.

Então, por que o Aldo teve que perder a sua vida dentro das instalações em que trabalhava? quase sem explicação.

QUE TODOS OS TÉCNICOS DE SEGURANÇA, QUE TODOS SEUS COLEGAS DE TRABALHO, QUE TODAS AS GERÊNCIAS, DESTA UNIDADE, RNCE, BUSQUE COM O MAIOR ZELO AS RESPOSTAS POR ESTA PERDA TÃO SIGNIFICANTE.

TENHO CERTEZA, QUE A SUA FAMILIA, SEUS AMIGOS, NO MÍNIMO, ESPERA A RESPOSTA DA "INVESTIGAÇÃO DESTE ACIDENTE".

Que se faça cumprir as normas e as leis.

José Carlos de Medeiros.
Técnico de Segurança do Trabalho da Petrobras.
32 anos de Companhia.

morte em plataforma da petrobras

edson tec. de segurança, estou muito triste por esse ocorrido é pela incompetência não sei de quem mais sei que tem um cupado nesta historia, e inadmissivel um acidente dessa natureza. por quase tres anos subi é deci nas cestas das plataformas do ceara morrendo de medo onde na epoca não exercia o cargo de tst mas sim de plataformista, tem que mudar esse tipo de transbordo onde no momento que o colaborador sobe na cesta, a unica segurança dele e segurar na mesma é quando ela estiver subindo o mesmo chegando ater um passamento altomaticamente ele solta a cesta é dependendo da altura ele concerteza pode sofrer uma grave lesão ou chegar até a morte, as altoridades competentes tem que rever os conceitos de segurança com relação a essas cestas de transbordo, fica minha solidariedade ao companheiro é conforto a familia obrigado.