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Guamaré

Problemas na escala e degradação da ambiência geram grande insatisfação

UTPF e RPCC estão mobilizadas e dispostas a empregar formas de luta mais radicalizadas

15 de dezembro de 2010 às 20:00

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Foto: Arquivo

Os trabalhadores do Pólo Guamaré e da Refinaria Clara Camarão estão em pé de guerra. A indignação é crescente e, caso as gerências permaneçam fazendo vista grossa diante dos problemas, a situação poderá evoluir para o desejo de empregar formas de luta mais radicalizadas, tal como vem ocorrendo com o pessoal das plataformas.

Os trabalhadores reclamam dos critérios de apuração da freqüência, caracterizados pelo que eles chamam de “Pé no Pólo”; de equívocos na computação do saldo de folgas, com repercussão no pagamento de horas-extras e na previsibilidade de embarques; e da degradação do meio ambiente de trabalho, com sobrecarga de atividades, aumento de riscos à saúde e rebaixamento da ambiência. Os alojamentos, por exemplo, são precários e insuficientes.

Documento – Em busca de soluções, os trabalhadores encaminharam ao Sindicato um documento que descreve os principais problemas enfrentados. A diretoria está fazendo uma triagem inicial, buscando identificar o que diz respeito à UO-RNCE, à RPCC e o que é comum às duas unidades. As pautas deverão ser protocoladas nos próximos dias, a fim de que os gestores se posicionem.

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