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CAMPANHA REIVINDICATÓRIA

Rodada de negociação não produziu avanços

A reunião foi realizada no dia 27 de julho e a Empresa limitou-se a entregar um documento à FUP

28 de julho de 2010 às 13:56

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Foto: Arquivo FUP

A primeira rodada de negociação da FUP/Sindicatos com representantes da Petrobrás e das subsidiárias para discussão das cláusulas econômicas do ACT 2008/2010 não produziu avanços. A reunião foi realizada no dia 27 de julho, na sede da Companhia, no Rio de Janeiro, e os representantes da Empresa limitaram-se a entregar um documento à FUP com respostas evasivas às cobranças de pendências do atual Acordo Coletivo, sem apresentar qualquer contraproposta à pauta de reivindicações dos trabalhadores.

A atitude confirmou as avaliações feitas pelos petroleiros norte-riograndenses, nas assembléias e reuniões setoriais que abriram a Campanha Reivindicatória: a Petrobrás vai procurar retardar o desenvolvimento das negociações, apostando na incapacidade de mobilização e no desgaste do movimento.

Avaliação – Ao término da reunião com a Petrobrás, representantes da FUP e Sindicatos fizeram uma avaliação do encontro e procuraram definir novos encaminhamentos. De acordo com o coordenador-geral do SINDIPETRO/RN, Márcio Dias, que participou das duas atividades, “ficou bem clara a necessidade de mobilizar a categoria, uma vez que a Empresa sequer agendou data para apresentar sua contraproposta”.

Calendário – Para pressionar a Petrobrás a fim de que as reivindicações dos trabalhadores sejam atendidas, FUP e Sindicatos aprovaram um calendário nacional de mobilizações, com indicação para que as entidades realizem concentrações e atrasos nas unidades entre os dias 9 e 12 de agosto, e uma parada de advertência de duas horas no dia 13. O SINDIPETRO/RN defende essa proposição e conclama a categoria a aderir à programação que será organizada nos próximos dias.

 

Clique aqui para ver a matéria publicada no sítio da FUP...

Comentários

Campanha 2010

Não existe momento, o momento é de acordo coletivo e, só após tentarmos eleger Dilma. Não vamos entrar nessa de lutar pelo presidente e esquecermos do nosso acordo. Sem acordo não há apoio!