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Mudança

Sondagem passa a reunir atividades de perfuração e construção de poços

Idéia é superar a fragmentação, incorporando a atividade de intervenção e parte da engenharia

12 de janeiro de 2011 às 23:01

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Foto: Pedro Idalino

Na última semana, além das reuniões com trabalhadores e empresas do setor privado e dos debates com a RPCC, diretores do SINDIPETRO/RN mantiveram conversações com a Gerência Norte/Nordeste da Sondagem Terrestre, que acaba de passar por um processo de reestruturação. Desde novembro, ela é chamada de E&P-NNE/CPT (Construção de Poços Terrestres).

Para o gerente da E&P-NNE/CPT, Stênio Galvão, a mudança não é apenas formal. Segundo ele, visa “superar a fragmentação atualmente existente entre as atividades de perfuração e de construção de poços, abrangendo a intervenção e parte da engenharia”.

Assim, informa Stênio, a CPT/NNE atenderá às unidades operacionais da BA, ES, SEAL, RNCE e AM, com cerca de 120 sondas, sendo 40 de perfuração e 80 de produção, passando de 800 para 1.300 trabalhadores diretos. E, cerca de sete mil, indiretos. Entre os trabalhadores diretos, cerca de 400 estariam no RN.

Balanço e perspectivas – Em 2010, de acordo com Stênio Galvão, os investimentos previstos para a área foram todos realizados, inclusive, com a conquista de resultados que superaram a meta de número de poços a serem perfurados. Já, para 2011, considerando que a CPT se encontra em fase de estruturação, as metas ainda são imprecisas.

Stênio informa que deverá solicitar a realização de concurso para preenchimento de vagas, nos níveis médio e superior, e que os investimentos deverão se concentrar no melhoramento e ampliação de equipamentos, com previsão de aquisição de sondas próprias. No RN, entretanto, o número de poços a serem perfurados ainda é uma incógnita. Tudo dependerá das definições da UO-RNCE, com relação ao volume de investimentos disponível.

O certo é que, enquanto o RN não se manifesta, demandas de outras Unidades Operacionais vão chegando à CPT/NNE, precipitando o processo de tomada de decisões. Na situação atual, a previsão é de que quatro das onze sondas de perfuração que atuam no Estado sejam deslocadas para a UO-SEAL, sendo três da ETX e uma da Petrobrás. Já, das trinta sondas de completação e produção, duas deverão ser deslocadas para a UO-BA: as da San Antonio (110 e 119 da antiga Sotep). Das sondas de perfuração, apenas a 106 tem previsão de retorno, em agosto de 2011.

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