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O papel distributivo dos acordos coletivos

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Janeiro não é mês agradável quando o assunto é orçamento doméstico. Ainda mais quando se vem de um ano difícil, com crescimento menor e inflação preocupante. Mas um fator tem ajudado a, pelo menos, manter o jogo equilibrado: mesmo que o salário do brasileiro esteja longe de ser exuberante, os reajustes obtidos nos últimos anos e o aumento da renda foram determinantes para sustentar a economia. Campanhas salariais com índices acima da inflação correspondem a bilhões a mais em circulação.

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Segundo Dieese, 98% dos acordos coletivos tiveram aumento real em 2012

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ESTIMATIVA
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Para Instituto, aumento é resultado da mobilização das categorias e da política de valorização do salário mínimo

De 696 pisos salariais incluídos em acordos coletivos, quase 98% (97,6%) tiveram aumento real (acima da inflação) em 2012, tendo como referência o INPC-IBGE. O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (25) pelo Dieese. Segundo o instituto, o valor médio foi de R$ 802,89.  A maioria (71%, ou 493 pisos) teve valores diferenciados, por função, tempo de serviço e outros critérios. Outros 29% (203) tinham valor único.

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