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Olimpíada terá desafios tecnológicos maiores que Copa, diz Brasscom

O presidente da Brasscom explicou que as Olimpíadas reunirão inúmeras disputas que exigem coordenação mais articulad

10 de August de 2011 às 15:50

O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologias da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, disse nesta quarta-feira, 10, que os desafios tecnológicos impostos à organização da Olimpíada de 2016 serão maiores que os da Copa do Mundo de 2014.

O presidente da Brasscom explicou que, embora os jogos da Copa aconteçam em 12 cidades, as Olimpíadas reunirão inúmeras disputas que exigem uma coordenação mais articulada por parte dos organizadores  e em apenas uma cidade que sediará o evento, o Rio de Janeiro. Segundo ele, este empenho a mais abrange especialmente as ações voltadas para o uso de tecnologias da informação e comunicação (TIC).

“A realização dos jogos olímpicos é muito mais complexa do que a da Copa, já que todas as modalidades são rigorosamente cronometradas”, disse Gil ao participar do evento “TI e Telecom na Copa e Olimpíadas”.

De acordo com estudo encomendado Brasscom, os eventos esportivos internacionais que o Brasil sediará nos próximos anos exigirão investimentos da ordem de R$ 56,6 bilhões para as diferentes áreas de TIC. Deste total, R$ 22,8 bilhões será para o segmento de mobilidade urbana, R$ 8,3 bilhões para hotelaria, R$ 7,4  bilhões para tecnologias associadas ao fornecimento de energia, R$ 7,3 bilhões para instalações esportivas, R$ 7,2 bilhões para transporte aéreo e portos e R$ 3,6 bilhões para outros investimentos.

Do montante absoluto, até 15% será destinado para os principais investimentos em TIC, como computadores e servidores, telecomunicações (vídeo, voz e dados), conectividade (nacional, internacional e satélite), redes físicas e sem fio, monitoramento de segurança, softwares (gerais e específicos) e sistemas redundantes. Os investimentos considerados pelo estudo envolvem contratações a serem feitas pelo comitê organizador do evento e ações de responsabilidades dos governos.

 

Fonte: Rafael Bitencourt | Valor

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