“Em relação aos primeiros posicionamentos, as respostas mais recentes avançaram, mas ainda são insuficientes”. Esta é a avaliação dos trabalhadores do Pólo Guamaré que, em assembléias realizadas em 17 de janeiro último, apreciaram as proposições apresentadas pelas direções da UTPF e da RPCC para os itens constantes da pauta de reivindicações.

No entender da categoria, ainda permanecem em aberto, sem resposta efetiva ou prazo determinado para solução, a questão do trajeto com impacto negativo na folga remunerada; o processo de primeirização dos postos de trabalho do laboratório; e a criação do posto de turno na elétrica e na instrumentação

Quanto ao alojamento, os petroleiros solicitam que seja feita uma apresentação pública do projeto, possibilitando melhor debate. Na opinião de vários trabalhadores, a ampliação, nos moldes propostos, criará transtornos de difícil solução, podendo gerar custos mais elevados que o da construção de blocos no alojamento novo.

Mesmo considerando a resposta insatisfatória, os trabalhadores resolveram dar um prazo de 30 dias, a contar da data de realização das assembléias (17/01), para que UTPF e RPCC respondam à pauta em debate e os questionamentos relativos ao alojamento. Findo o prazo, não havendo manifestação por parte das Gerências, a categoria retomará as mobilizações, de acordo com proposição anteriormente aprovada.