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Mossoró

Trabalhadores promovem ato em defesa do serviço público

SINDIPETRO-RN participa de manifestação e solidariza-se com as categorias em greve

23 de July de 2015 às 12:21

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Foto: Deivson Mendes

Unidos na defesa da valorização do serviço público, servidores municipais, estaduais e federais tomaram as ruas de Mossoró, nesta terça-feira, 21, com concentração na Praça Rodolfo Fernandes (Praça do PAX). A mobilização contou com o apoio das centrais sindicais e integra a agenda de lutas promovida pelos sindicatos das categorias em greve: professores e técnicos da UERN e UFERSA, servidores de nível médio e superior do INSS e servidores da Saúde de Mossoró. Além do SINDIPETRO-RN, o ato contou com a participação da ADUFERSA, SINTEST, ADUERN, SINTAUER, SINDPREVS, SINAI, SINASEF/Mossoró, SINDSAÚDE e SINDSERPUM.

Segundo a carta distribuída pelos manifestantes, a luta é contra os ataques aos direitos dos servidores, que enfrentam crescente precarização das condições de trabalho, arrocho salarial, subtração de direitos e insuficiência de contingentes para oferecimento de uma prestação de serviços mais eficaz. “Temos a convicção de que política pública se faz com valorização dos profissionais e com investimentos”, declarou o presidente da Associação dos Docentes da UERN, ADUERN, Valdomiro Morais.

Para fortalecer o movimento, pressionando os governos para que negociem as pautas reivindicatórias, os sindicatos têm convocado a população para participar das atividades promovidas. “Conclamamos a sociedade potiguar a apoiar essa luta, pois para que tenhamos um serviço público, gratuito e de qualidade é essencial a valorização dos servidores, e nesse sentido, essa luta também é sua”, disse a Presidente do SINDSERPUM, Marleide Cunha.

Apoio - A Diretoria do Sindicato dos Petroleiros e Petroleiras do Rio Grande do Norte – SINDIPETRO–RN esteve presente na manifestação e se solidarizou integralmente com as bandeiras de luta dos servidores públicos. “Sempre seremos a favor das lutas dos trabalhadores e trabalhadoras por valorização profissional e por condições dignas de trabalho”, disse Pedro Idalino, diretor da entidade. 

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