Mais uma vez, a categoria petroleira comprovou que a mobilização é a chave para a manutenção e a conquista de direitos. Diante da notícia de que parte da rede de hospitais credenciados iria suspender o atendimento aos beneficiários da AMS, a partir de 15 de setembro, trabalhadores da sede Natal atenderam ao chamamento do Sindicato e aprovaram, na última segunda-feira, 9, a realização de uma paralisação-surpresa, de 24 horas, em defesa da regularização dos convênios.
Tomada por centenas de trabalhadores, de forma unânime, a decisão de paralisar a sede Natal, certamente, foi fator fundamental para que a Petrobrás, por intermédio dos Serviços Compartilhados, buscasse, rapidamente, estabelecer uma nova rodada de negociação com as instituições hospitalares. E, nesse novo encontro, realizado ainda na segunda-feira, AMS e hospitais chegaram a um entendimento, evitando a suspensão do atendimento.
A Petrobrás, no entanto, jamais creditará a celeridade e a disposição de fechamento de um acordo à mobilização e à disposição de luta demonstradas pela categoria. Em nota enviada aos funcionários na terça-feira, 10, intitulada “AMS: Não haverá paralisação do atendimento”, os Serviços Compartilhados informaram que “o atendimento aos beneficiários permanece regular e não há riscos de paralisação”.
No entanto, de acordo com um comunicado divulgado pela Casa de 