A reunião com as gerências nacionais e regionais envolvidas com a gestão da AMS, está agendada para 13 de maio. O compromisso foi assumido em reunião realizada em 14 de abril, na sede Natal, que também contou com a presença do SINDIPETRO/CE-PI. Na oportunidade, a diretoria do SINDIPETRO/RN protocolou a entrega de uma petição de esclarecimentos e providências, em relação a diversos aspectos do funcionamento e da gestão da AMS. Diante das críticas contundentes ao descaso com que os usuários têm sido tratados, especialmente aposentados e pensionistas, os dirigentes da AMS se comprometeram a apresentar respostas concretas.
Veja, a seguir, os pontos que deverão ser discutidos:
- Número insuficiente de profissionais credenciados;
- Carência na oferta de especialidades médicas;
- Centralização e burocratização dos procedimentos para credenciamento;
- Constrangimentos e transtornos no atendimento aos usuários (Call Center);
- Ausência de autonomia da representação local da AMS;
- Dificuldades de comunicação com as instâncias decisórias;
- Excessiva demora na autorização de procedimentos;
- Diferenças injustificadas entre os procedimentos solicitados e os autorizados;
- Contradições entre pareceres da auditoria local e conteúdo de autorizações;
- Negação injustificada de liberação para tratamentos e procedimentos tecnologicamente mais avançados, aceitos e reconhecidos pela medicina;
- Desatualização de informações quanto aos profissionais e especialidades médicas atualmente credenciadas;
- Dificuldade de acesso às normas e procedimentos editados pela Petrobrás, que regem a AMS;
- Carência de informações quanto à gestão administrativa e financeira da AMS.
Pedido de esclarecimento continua sem resposta
Diante da má vontade com que as instâncias dirigentes da AMS e da Petrobrás têm tratado o pedido de esclarecimento encaminhado pelo SINDIPETRO/RN sobre uma eventual ausência de obrigatoriedade de contribuição financeira de dirigentes para com a AMS, o Sindicato está encaminhando a questão à Justiça. Será incompetência, excesso de burocracia ou, simplesmente, receio de admitir a verdade?